domingo, 21 de abril de 2013

Seu Corpo é um Espelho De Suas Crenças



Por Louise L. Hay

Embora muitas pessoas me vejam como alguém com o poder de curar os outros, eu não curo ninguém.

Meu trabalho é ajudar as pessoas a compreenderem como seus pensamentos (por mais sutis que nos pareçam) criam, constantemente, suas próprias experiências de vida - todas elas, tanto as boas quanto as que chamamos de más experiências.

Você já se viu indo para o trabalho remoendo ressentimentos em relação a um colega ou alimentando sua insegurança por causa de uma tarefa que lhe foi solicitada?

É um exemplo simples, mas que ajuda a entender o que afirmo. Se, em vez de pensar negativamente, você procurasse pensar nas razões que poderiam ter levado o companheiro de escritório à atitude agressiva, e imaginasse formas afetuosas de resolver o conflito, seu encontro com ele poderia gerar uma aproximação feliz para ambos.

Se, em vez de inventariar suas próprias falhas, você tomasse consciência de sua capacidade e repetisse para si que poderia realizar a tarefa solicitada com sucesso - pedindo ajuda se precisasse, provavelmente você a desempenharia com outro ânimo e competência.

Nossos pensamentos podem, da mesma forma, estar contribuindo para o bem-estar ou para o mal-estar de nossos corpos.

Não queremos ficar doentes e, no entanto, precisamos de cada doença que contraímos.

É a maneira que nossos corpos encontram para nos dizerem que estamos com uma ideia errada, com uma percepção falsa, e que precisamos mudar nossa forma de pensar.

Tenho uma amiga que precisou passar por uma pneumonia grave para concluir que era indispensável mudar seu ritmo de vida e fazer uma terapia que a ajudasse a rever seus relacionamentos e assim cada um de nós precisa as ou muitas vezes passar para acordar.

Há pessoas que usam a doença como forma de não assumir compromissos (e inconscientemente...), mantendo-se permanentemente numa situação fragilizada.

Cada doença é uma lição que precisamos aprender.

Por favor, não fique só reclamando: "quero me livrar desta doença."

Isso não vai trazer a cura que você deseja e você não vai aprender a lição de que necessita. Só levará a outras experiencias mais a frente, contraíndo mais outras doenças diferentes, depois desta.

Não se coloque também numa atitude defensiva, como se a doença fosse uma espécie de acusação. Não se trata de condenar nem de sentir nenhuma culpa.

Tanto na doença quanto em qualquer situação de vida, o importante é observar o que está acontecendo conosco para entender o que precisa ser libertado e transformado.

Então eu lhe digo: é hora de se curar, de tornar sua vida e seu corpo íntegros, que significa que você deseja investir na sua saúde.

Eu sei que você tem, dentro de si, tudo de que precisa para conseguir isso.

Quando você começar a compreender o processo que leva à saúde ou à doença, será capaz de assumir o controle consciente das mudanças que deseja fazer.

É um processo muito emocionante que vai se tornar uma das aventuras mais felizes da sua vida.

Acredito que existe um centro de sabedoria dentro de cada um de nós e que, quando estamos prontos para fazer mudanças positivas, atraímos o que é necessário para nos ajudar.

Pode ter certeza de que alguma coisa dentro de você se transformou e o processo de cura já começou.

Pare um instante a leitura e diga em voz alta: Eu já comecei o meu processo de cura.

O corpo é um espelho das nossas crenças e dos nossos pensamentos mais íntimos.

O corpo está sempre conversando conosco. É preciso aprender a escutar o que ele tem a dizer.

Cada célula reage a cada pensamento seu, a cada palavra que você pronuncia.

Por isso, se prolongamos durante muito tempo determinadas formas de pensar e de falar, elas irão produzir comportamentos e posturas corporais, assim como um maior ou menor bem-estar.

Suas palavras e pensamentos contribuem para sua saúde ou sua doença.

Uma pessoa que está sempre com o rosto fechado provavelmente não tem muitos pensamentos alegres e amorosos. Os rostos e corpos dos mais velhos mostram claramente como foi sua vida e seus comportamentos.

Pare um pouco e pense: que aparência eu vou ter quando entrar na terceira idade?

Como acredito que todos nós nascemos com o direito de ser completamente saudáveis e satisfeitos em todas as áreas de nossas vidas, quero ajudar você a conquistar esse direito agora.

Algumas das coisas que vou sugerir talvez pareçam simples demais, mas fique sabendo que estas idéias foram testadas muitas vezes com enorme sucesso.

Elas funcionam de verdade.

Antes de continuar a ler este texto, repare no seu corpo.

Coloque-se numa posição confortável, respire fundo e procure relaxar.

Abra-se para acolher todas as idéias, aceitando apenas as que se aplicam ou fazem sentido para você.

Toda doença é uma criação própria.

É claro que não dizemos quero ter tal doença, mas criamos um Ambiente mental que faz com que a doença apareça e se desenvolva.

Volto a repetir: nossos diálogos interiores provocam reações em cada célula do corpo.

Ouvi um médico dizer recentemente: "Se um cirurgião operar um paciente sem fazer coisa alguma para ajudar a descobrir e curar a causa da doença, ele estará apenas adiando o problema, pois o paciente criará um outro mal-estar."

Não basta tratar o sintoma. Precisamos eliminar a causa da doença.

E para isso precisamos penetrar no lugar, dentro de nós mesmos, onde o processo teve início.

Somos profundamente responsáveis por todas as experiências por que passamos em nossas vidas.

Tanto as melhores quanto as piores.

Porque, como já disse, somos nós que criamos nossas experiências através dos pensamentos que temos e das palavras que pronunciamos.

O universo apóia completamente nosso diálogo interior.

Nosso subconsciente aceita como verdade aquilo em que escolhemos acreditar.

Isto significa que o que acredito ser verdade a meu próprio respeito e a respeito da vida se tornará verdade para mim.

Essa é uma escolha que você faz.

É claro que os pensamentos vêm à cabeça sem nosso controle, mas, ao reconhecê-los, você pode alimentá-los ou procurar desapegar-se deles, tentando olhar a realidade de outra perspectiva.

Temos também o impulso de pronunciar certas palavras, mas somos capazes de silenciá-las ou substituí-las por outras mais amorosas, impregnadas de compreensão e tolerância.

O que pensamos e sentimos a respeito de nós mesmos e de nossa vida formou-se desde criança, pelas reações e comportamentos dos adultos que nos rodeavam.

Assim, se você viveu com pessoas assustadas (MEDO) ou com pessoas infelizes (mesmo que num comportamento sutil), aprendeu uma porção de coisas negativas a seu próprio respeito e a respeito da vida.

E é possível que ainda acredite nelas (crenças assimiladas no piloto automático).

Não estou dizendo isso para que culpemos nossos pais. Eles provavelmente foram vítimas de seus próprios pais e não podiam nos ensinar o que não sabiam.

Se sua mãe não gostava dela mesma e se seu pai não sabia ser carinhoso e atento, eles não teriam condições de ensinar você a se amar e a se tratar com carinho e atenção.

Por mais bem intencionados que fossem.

Escolhemos nossos pais. Cada um de nós decide encarnar neste planeta em épocas e locais específicos. Fazemos assim porque estamos neste mundo para aprender as lições que nos farão avançar em nosso caminho espiritual.

Para isso, escolhemos nosso sexo, nossa cor, nosso país e as pessoas que nos farão ter as experiências de que precisamos para evoluir.

Muitas vezes, quando crescemos, acusamos nossos pais e nos queixamos: "foi você quem fez isto comigo, a culpa é sua".

Mas, na verdade, nós os escolhemos, porque era com eles que podíamos viver aquilo que queríamos aprender a superar.

Passamos a vida criando experiências que combinem com as crenças adquiridas na infância.

Olhe para trás e observe quantas vezes você passou pelos mesmos tipos de relacionamentos e pela mesma qualidade de problema.

É bem possível que você tenha criado essas experiências repetidamente porque elas refletem o que você pensa a seu respeito.

Mas não adianta ficar remoendo os problemas do passado, porque é o momento presente que importa.

O que aconteceu no passado, até este momento, foi criado por você, com seus próprios pensamentos e antigas crenças, sem que você se desse conta.

Mas o que você escolhe pensar, acreditar e dizer hoje, neste exato lugar, neste exato momento, está criando o seu futuro.

Seu diálogo interior de agora está criando o seu amanhã, a semana que vem, o próximo mês e o ano que vem.

Então, preste atenção no que você está pensando neste instante. Você quer que este pensamento crie o seu futuro?

Ele é negativo ou é positivo? Observe, preste atenção.

Não existe certo ou errado no que pensamos, e volto a dizer que não quero nunca explorar o sentimento de culpa. Pelo contrário, quero eliminá-lo, porque ele paralisa e não faz crescer.

Estou querendo apenas que você entre em contato com o que está pensando, porque, em geral nós tomamos muito pouca consciência do que se passa em nossas mentes e em nossos corpos.

É preciso prestarmos atenção quando ficamos doentes ou quando sentimos dor.

E, se não sabemos o que está se passando dentro de nós, como poderemos mudar?







sexta-feira, 12 de abril de 2013

A Criança Interior








:: Elisabeth Cavalcante :: 


Para entender e ter o domínio sobre nossas dificuldades emocionais é essencial tomarmos conhecimento de como elas se originaram. Todas as emoções e sentimentos que nos marcaram ficaram registrados em nossa memória de acordo com o nível de maturidade em que nos encontrávamos quando os vivenciamos, ou seja, os registros emocionais inconscientes de nossa infância, permanecem sob a ótica da criança.

Mesmo que tenhamos atingido a idade adulta, do ponto de vista emocional continuamos a reagir exatamente como fazia a criança que fomos um dia. Isso explica o comportamento muitas vezes infantil que assumimos nos relacionamentos, onde as outras pessoas assumem simbolicamente o papel de nossos pais.

Se fomos magoados, incompreendidos ou negligenciados, estes sentimentos estarão por trás de qualquer relação que venhamos a estabelecer na vida. Deste modo, a carência, o sentimento de desamparo e o medo do abandono permearão nossas atitudes em relação ao outro, ainda que racionalmente não tenhamos consciência deste fato.

Portanto, o trabalho sobre a criança interior é o primeiro passo para que possamos encontrar o equilíbrio emocional tão necessário para sermos felizes. Se nossos pais foram críticos demais nossa criança interior será reprimida, desprovida de auto-estima e auto-confiança. Se, ao contrário, foram excessivamente tolerantes e não nos impuseram limites, a criança que carregamos é mimada e não suporta qualquer tipo de frustração ou recusa por parte do outro em atender nossos mínimos desejos.

A conseqüência é que tendemos a tratar a nós mesmos exatamente como nossos pais o faziam. Desse modo, é importante que façamos uma retrospectiva da maneira como fomos criados. A conclusão a que chegarmos nos ajudará a descobrir que tipo de tratamento devemos, a partir de agora, dar à nossa criança interior.

Devemos ter em mente que a forma ideal de educar uma criança é dar-lhe amor, carinho, cuidado, mas ensinar a ela que existem limites para a satisfação de seus desejos. Também é importante não esquecer de estimular seus talentos e qualidades e deixar claro que o seu direito termina onde começa o do outro.

Imaginemos então que somos agora nossos próprios pais e vamos tratar a criança interior que carregamos da maneira mais adequada, ou seja, de modo firme, mas amoroso. Se nossa educação foi indulgente demais temos agora que usar de maior firmeza quando nossa criança interior reage ao mundo de modo rebelde e infantil. Se, ao contrário, fomos reprimidos e criticados, temos que ter amor, compreensão e cuidado com nossa criança interior, reafirmando-lhe diariamente o quanto a amamos e reconhecemos o seu valor.

O Arcanjo Rafael em uma de suas mensagens enviadas através de canalização nos orienta sobre a importância de trabalharmos sobre nosso eu infantil. Ele nos ensina um exercício muito útil para trazer à tona as emoções inconscientes que nossa criança interior carrega.

... A personalidade não quer mudar porque não quer assumir a responsabilidade de transformar o seu lado infantil, ou transformar o velho em novo. Somente uma decisão interna consciente de vos religar à alma e aos níveis de consciência e de sentimentos superiores vos levará a aprender a lidar com a parte infantil da vossa personalidade.

Este é um trabalho muito importante e, na medida em que é iniciado conscientemente, o vosso lado adulto se fortalece para crescer ainda mais na direção do caminho da alma. E a partir daí muitas mudanças acontecem internamente.

Enquanto as mudanças não ocorrem é preciso tomar consciência dos processos transformativos que a alma dinamiza dentro de vós e vivenciá-los, senti-los. Nesses processos de transformação é que adquiris a consciência da parte infantil da vossa personalidade, quando tendes a oportunidade de reconhecer os vossos ressentimentos, as vossas mágoas, as vossas raivas e ódios, os medos e as inseguranças. Esta é uma etapa muito importante. A Luz não poderá se manifestar na vossa personalidade, que é um veículo da alma, enquanto essas emoções inferiores estiverem encobertas por máscaras, bloqueando a força amorosa da alma.

Assim sendo, a personalidade se comporta normalmente como uma opositora ao desenvolvimento espiritual. Muitos constatam isto no momento em que procuram contatar a alma e o Mestre Espiritual, ou mesmo quando desejam meditar. Sentem uma grande dificuldade em se tranqüilizarem e em se concentrarem, percebem muitos tipos de incômodos internos, mas não entendem o que ocorre.
Na realidade, estes incômodos sinalizam a presença da parte infantil da personalidade, ou melhor, quem vos atrapalha é aquela vossa criança interna insatisfeita e é muito importante saber lidar com isto.

Quando conseguis relaxar por meio da respiração correta, e vos sintonizais com o vosso chakra cardíaco, estais vos voltando para dentro de vós. Como essa criança está escondida, entrincheirada, aprisionada, sufocada, ela salta na vossa frente no instante em que não há nenhuma pressão sobre ela porque estais relaxados. É bom esclarecer que ela representa uma gama de energias que estão dentro de vós e que não estão resolvidas; são emoções que trazem inquietação, bloqueio, mágoa, raiva, discórdia, rebeldia.

Porém, nestes momentos é que tendes a oportunidade de identificá-las e de encarar esta parte infantil de frente. Podeis começar por conversar com esta criança, que sois vós mesmos, para saber o que ela manifesta.
Ao admitir esta possibilidade estareis entrando em contato convosco e com aquelas dificuldades emocionais que formam uma grande resistência interna ao desenvolvimento espiritual e a uma união entre a personalidade e a alma.

Conversar com esta criança, a parcela infantil da personalidade, é muito simples. Após o relaxamento e a sintonização com o vosso chacra cardíaco podem surgir sensações inesperadas, como um nó na garganta, ou uma inquietação interna, ou um desconforto interno inexplicável, uma vez que já estais relaxados. Então, mentalmente, podeis visualizar a vossa criança bem na vossa frente e fazer as perguntas necessárias para esclarecer as energias emocionais que ela está trazendo.
Podeis investigar, por exemplo:

O que você está sentindo?
O que você tem?
Por que você está triste?
Por que você esta com vontade de chorar?
Por que é que você tem medo?
Por que esta tão assustada?

Deveis silenciar a mente e esperar que as vossas emoções se revelem através dessa imagem da criança, que sois vós mesmos. Na medida em que as emoções brotarem dentro de vós, sentireis medo ou insegurança, ou culpa, ou raiva, ou mágoa, ou outras emoções.

Não deveis sentir vergonha, nem muito menos segurar as emoções, pois o único modo de reconhecê-Ias é sentindo-as, a fim de melhor identificar as vossas dificuldades. Então, podereis conversar com essa criança e dar a ela outros horizontes.

Podeis dizer mentalmente a esta criança, e que é uma parte de vós mesmos, por exemplo:
Não tenha medo, nada vai acontecer com você porque eu não vou deixar! Eu não vou permitir que ninguém machuque você! E se você não sabe por que está triste, ou por que você está com tanta raiva, eu também não sei no momento. Mas vou procurar saber porque estou muito interessado!

Outro exemplo:
Ninguém mais vai desrespeitar seus sentimentos. No passado, você sofreu por não se sentir compreendida. Mas hoje é diferente, estamos juntas e não vou permitir que ninguém mais faça isto.

Em resumo, tereis uma conversa sincera com essa criança, e de acordo com as necessidades do momento, para conscientizá-la que: o que ela pensa e acredita foi formulado a partir de uma mente infantil, que não sabia o que fazer quando as coisas não iam bem, ou quando não aconteciam do modo que desejava, porque naquela época (infância) não existiam outras saídas e soluções. Ela simplesmente não sabia e não tinha nenhuma obrigação de saber. Porem, hoje há outras alternativas e é possível aprender, crescer; evoluir, desde que ela colabore com a vossa parte adulta, para buscar na alma todos os recursos que ela necessita para se sentir amada, aceita e valorizada nos seus sentimentos verdadeiros.

No momento em que vos posicionardes internamente com o objetivo de que a vossa parte adulta cuide da vossa parcela infantil, vos sentireis mais à vontade para admitir que possuís emoções difíceis e ficareis conscientes da necessidade de trabalhá-las e transformá-las. Elas representam resistências ao vosso crescimento emocional e mental. São obstáculos que impedem a entrega às energias amorosas da alma e ao contato com o vosso Mestre Individual. Ficais estagnados espiritualmente porque a mente inferior continua presa às emoções infantis, tais como a raiva, os ressentimentos, as mágoas, os medos, etc. E com tamanha carga emocional negativa, a personalidade não consegue reter energias superiores por muito tempo. Por alguns momentos consegue, mas quando as situações do dia-a-dia fomentam as emoções inferiores, o desequilíbrio interno aumenta, há dor e sofrimento, além de um estado interno muito confuso, que gera culpa na personalidade e aumenta a divisão interna.

A atitude de utilizar o lado adulto da personalidade para dialogar com o lado infantil traz um grande alívio interno, pelo fato de dar consciência das dificuldades antes negadas, mas também por tornar possível utilizar as capacidades, potencialidades e recursos naturais e que todos possuem, para sair dos próprios labirintos internos, ou do seu caos interno.

... O Caminho da Luz só pode ser trilhado por consciências adultas. Todo discípulo já possui uma parcela de consciência que é adulta; ele quer crescer e evoluir, quer ações que o levem a evoluir mais, a se tornar mais adulto, mais responsável pelos seus passos, por isso sempre dissemos que cada um precisa caminhar com seus próprios pés para construir seu trajeto. E esta construção é feita do reconhecimento das dificuldades e das possibilidades. Isto é uma experiência interna.

... Viveis em um mundo cheio de dificuldades, mas também de possibilidades e oportunidades. Para transmutar as sombras em Luz é necessário escolher o caminho das possibilidades e das oportunidades. Em qualquer ação e em qualquer momento, sejais conscientes de que a beleza da vida e a verdade residem dentro de vós.
Que a nossa Luz fique convosco!”


* Mensagem canalizada por Lourdes Rosa



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