quarta-feira, 29 de maio de 2013

ALINHAMENTO PLANETÁRIO TEM HOJE, DIA 28 DE MAIO, O SEU AUGE / TRÂNSITO DE JÚPITER EM 31 DE MAIO NA ASTROLOGIA













Alinhamento planetário Importante acontece nesta semana, de 25 a 30 com maior ênfase, tendo seu auge de maior aproximação hoje 28/5/2013.
O alinhamento destes planetas que acontece no signo de Gêmeos, mantém e intensifica a vibração do último eclipse, uma vez que envolve os planetas regentes do eixo do último eclipse Gêmeos e Sagitário unindo-os a Vênus.
Com isto temos a incrível intensificação energética do campo mental, por estar em Gêmeos, mas também porquê Mercúrio é o regente de Gêmeos e a mente, Júpiter rege a verdade, a justiça, o conhecimento superior filosófico e representa A SABEDORIA DIVINA com Vênus representa o AMOR!!!
É momento de alinharmos mente, coração ativando nossa verdade essencial, ainda o eu interior com o eu superior, tudo isto ativado pelo amor, a energia de fato mais libertadora que existe!!!
Este alinhamento propicia a cura intima mental, emocional num completo desbloqueio que resulta em uma oportunidade de transmutação e libertação, trazendo alegrias, bênçãos e conquistas que valem para nosso eu Espiritual, ou seja, total, eu interior e superior, conquistas efetivas!!!
Vamos aproveitar para purificarmos mente e coração, para estarmos abertos para a prosperidade e as alegrias intimas de cada um de nós!!!

Cláudia Lazzarotto – Astróloga Kármica 
www.carmenbalhestero.com.br e www.pax.org.br

 31/MAIO/2013 
TRÂNSITO DE JÚPITER NA ASTROLOGIA VEDA 

Esta conjunção auspiciosa irá trazer grande ajuda em todas as áreas da Vida de cada um.
Estas energias são a base para as mudanças duradouras que começam durante esta conjunção e duram um ano de 31/maio/2013 à 31/maio/2014.
Jupiter representa Otimismo, possibilitando a capacidade de trazer mudanças positivas .
Este trânsito de Jupiter significa as mudanças nas posições dos corpos celestiais e estabelece as energias fundamentais na  MUDANÇA DE CONSCIÊNCIA INDIVIDUAL E NA CONSCIÊNCIA PLANETÁRIA. 
Estas energias vão tocar diretamente o emocional de cada um : as vitórias alcançadas, desafios encarados, reavalição de situações e valores na Vida de cada um, estamina mental e física que são influenciadas por este trânsito.
Abram-se para receber o máximo apoio do Universo nas suas Transformações Positivas em todas as áreas de sua Vida  AGORA. 
Só depende da Sua Sintonia em Deus, o Grande-Aquiteto do Universo e na elevação de sua vibração através de uma Oração de Poder.

Dias Iluminados com muito Amor, Bençãos e Realizações,
Pax & Luz,
Carmen Balhestero

SUGESTÕES DE ORAÇÕES:

AVE MARIA 
PAI NOSSO 

BENÇÃO:
Selados para sempre na sétupla Chama dos majestosos Elohins,e envoltos em segurança na Tríplice atividade da Chama Trina, nós vamos e enfrentamos os dias com os passos firmes de um poderosos conquistadores da vida, vitoriosos, e Mestree sobre todas a substâncias e sobre os mundos em geral. Isto afirmamos como Verdade e aceitamos como realidade em nossas vidas, agora!

MEDITAÇÃO DE CURA MUNDIAL: 
No princípio,
No principio DEUS.
No princípio DEUS criou o Céu e a Terra,
E DEUS disse: que Haja Luz, e houve Luz.
Agora é o tempo do novo começo, e EU SOU um co-criador com DEUS de um novo céu que se aproxima, à medida que à nova vontade de DEUS é expressa na Terra através de mim.
É o reino de Luz, de Amor, de Paz e Compreensão.
E eu estou fazendo a minha parte para revelar a sua realidade.
Começo comigo mesmo. Sou uma alma viva e o espírito de DEUS habita em mim sendo eu mesmo.
EU e o PAI somos um e tudo aquilo que pertence ao PAI, pertence a mim.
Em verdade, sou o Cristo de DEUS.
O que é verdadeiro em mim, é verdadeiro em todos, porque DEUS é tudo e tudo é DEUS.
Eu vejo somente o espírito de DEUS em todas as almas.
E para todo homem, mulher e criança na Terra, eu digo:
EU Amo você, pois você sou eu. Você é meu sagrado ser.
Eu agora abro o meu coração, e deixo a pura essência do Amor Incondicional fluir.
Eu a vejo como uma Luz dourada e irradiando do centro do meu ser e sinto a sua Divina vibração dentro e através de mim, acima e abaixo de mim.
EU SOU um com a Luz. A Luz me preenche. A Luz me ilumina. EU SOU a Luz do mundo.
Com o propósito em mente, eu irradio a Luz.
Deixo o resplendor anteceder-me para unir-se à outras Luzes.
Sei que isto está acontecendo em todo o mundo neste momento.
Vejo as Luzes se unindo ... Agora, há somente uma Luz. Nós somos a Luz do Mundo!
A Luz una de Amor, de Paz e Compreensão está se movendo. Ela flui através da face da Terra, tocando e Iluminando cada alma na sombra da ilusão. E onde havia escuridão, existe agora a Luz da Realidade.
E o resplendor cresce, permeando, preenchendo cada forma de vida.
Há somente a vibração de uma vida Perfeita agora.
Todos os reinos da Terra respondem, e o Planeta está vivo com Luz e Amor.
Existe união total. E nesta união pronunciamos a Palavra. Que o sentido de
separatividade seja dissolvido. Que a humanidade retorne à DEUS.
Que a Paz flua em cada mente.
Que o Amor flua em cada coração.
Que o perdão reine em cada alma.
Que a compreensão seja o elo de ligação comum a todos.
E agora da Luz do mundo, a Presença Única e Poder do Universo respondem.
DEUS está curando e harmonizando o Planeta Terra.
A Onipotência se manifesta.
Estou vendo a cura do Planeta diante dos meus próprios olhos, à medida que todas as falsas crenças e padrões errôneos se dissolvem.
O sentindo de separação não mais existe;
a cura ocupou o seu lugar, e a sanidade do mundo foi restaurada.
Este é o começo da Paz na Terra e Boa Vontade para com todos.
À medida que o Amor flui de todos os corações, o Perdão reina em todas as almas e todos os corações e mentes estão unidos em perfeita compreensão.
Assim é, Assim é, Assim é.
Amém, Amém, Amém.

domingo, 12 de maio de 2013

O Poder da Música em 432 Hz



Música é revelação mais sublime do que toda sabedoria e filosofia “Beethoven”, portanto se você quiser conhecer uma civilização ou mesmo uma sociedade, conheça sua música. “Confúcio”

Mais sobre a frequência 432 Hz – 8 Hz

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A recente redescoberta a respeito da natureza vibratória do Universo indica que o atual padrão internacional de afinação de instrumentos, “A=440 Hz”, pode gerar um efeito deletério ou mesmo um comportamento antissocial na conduta do ser humano, o que podemos ver claramente no atual estágio de nossa sociedade. Isso se deve ao fato de esta afinação não está de acordo com a natureza vibratória do Universo.  

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É interessante entendermos que o reino da mente forma hipercubos da realidade e medições (ferramentas de efeito) para ancorar o ego, enquanto que o profundo conhecimento do coração já está no centro de todas as coisas, e o faz através do tato. Experimente o vento nas árvores, grama molhada sob os pés descalços, ou ouvir a sinfonia das ondas em uma praia, todas essas coisas trazem a frequência de alegria e a unidade com todas as coisas.

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Nossa memória em certa medida é ligada à água. A água é um meio de memória diamagnético muito semelhante a um dispositivo de gravação. Alterar essa frequência pode ser também alterar o potencial elétrico e afetar a memória e a percepção, isto acontece pela ligeira alteração na carga dentro da água e em nossas células.

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Talvez por isso que “A=440 Hz” possa ser percebido como um brilhante, mais fino, causando nocividade ao comportamento humano, pois não está de acordo com a natureza vibratória do Universo.

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Se alterarmos essa frequência para “A=432 Hz” que é considerada a “frequência natural”, que é aquela que sentimos quando vivenciamos a alegria e que pode se representada pela experiência interna do nosso coração no ventre materno, batendo o pulso do DNAmusical cósmico, nós sentiremos nossos corpos emocionais do coração e do nosso plexo solar vivenciando esses sentimentos como um microfone ou transdutor.

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O nosso ouvido interno, por exemplo, funciona com base no  número Phi (1,618). As águas dos nossos ouvidos internos dependem da Espiral de Fibonacci através da concha como a estrutura da cóclea para manter-nos centrados ou aterrados. Esta forma de espiral de Fibonacci ajuda a cancelar certos padrões inerciais de interferência de ondas, como um ressonador de Helmholtz, a fim de nos manter bem equilibrados com o meio ambiente que nos rodeia. Quando o ouvido interno é estressado por meios artificiais, podemos experimentar meio que desconectados. A forma natural da cóclea em Phi pode ser encontrada na maioria da vida orgânica natural do planeta. O nosso DNA também opera em princípios Phi e Fibonacci e pode oscilar para se proteger do meio ambiente e estresse de padrões de interferência dissonantes de ondas mecânicas e eletromagnéticas. Um tom artificial igual ou mais alto que o tom natural (8 Hz) pode eventualmente afetar as habilidades do DNA em regular a nossa composição genética corretamente. O DNA ressoa na linguagem da música e não na linguagem binária. O DNA é uma pontuação cósmica musical operando trigêmeos de ritmo em mais de 3.000 batidas por minuto. Verdadeiramente todas as frequências afetam a consciência do DNA e o DNA responde ao ambiente local e não-local.

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Os instrumentos afinados em “A=432 Hz” parecem se alinhar aos padrões naturais, um fenômeno que pode apoiar a ideia científica disto, estão baseados na quantidade de parciais de “A=432 Hz” de uma escala musical que parece estar correlacionada com o sistema orgânico e a mensuração do movimento planetário, o Sol e Saturno.

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Segundo Fulcanelli, Saturno é um dos sistemas solares que completa um ano de precessão Grande de 25.920 anos, cada 864 de seus “anos”, um ciclo de meia cada 432 de seus “anos”, um ciclo de 216 a cada trimestre de seus “anos, “e um oitavo de um ciclo a cada 108 de seus” anos. “Isto equivale a (108 x 30) 3240 anos, ou 45 graus de arco de precessão”. Podemos continuar contando no ano de Saturno abaixo de 9, um 96 do ano de precessão , ou 3,75 graus de arco e 270 anos terrestres, o que nos leva ao período de alinhamento do meridiano galáctico e o eixo zênite / nadir. Se notamos quando Saturno caiu sobre um marcador importante, tal como o centro galáctico ou antípoda, então podemos simplesmente contar os ciclos de Saturno para marcar o período do Grande Ano de precessão. Desta maneira, pudemos determinar que se Saturno caiu na antípoda galáctico e fez uma estação (desde que a Terra está se movendo mais rápido do que Saturno, parece como se fosse ultrapassado, fazendo parecer ter parado no céu para marcar o momento), então 432 ciclos de Saturno atrás, foi fazer uma estação no mesmo local, e seria fazê-lo de novo na conclusão de 864 ciclos de Saturno. ( internet fonte aberta muitos locais antigos refletem o número 432 em seu alinhamento de estrelas e planetas e o caminho terras através do espaço. Avebury e Stonehenge, por exemplo, produzir os números 432).

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A conexão de Stonehenge para a precessão de equinócio de 25.920 é o número 432. Se você pegar as primeiras 30 pedras no anel externo de 360 graus, dividir por 30, que dá 12, e depois dividir 25.920 por 12 você tem 2160, que é o diâmetro aproximado da lua. Ao dividir as 60 pedras no segundo círculo de 360 graus por 60 você obtém 6. 25.920 que dividido por 6 é igual a 4320.  Ao dividir as 20 pedras no círculo central de 360 graus por 20 você tem 18. 25.920, que dividido por 18 é 1440.

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Se o segundo círculo de 60 pedras equivale a 25.920 anos, então cada pedra é igual a 432 anos em torno dos 12 setores da procissão ano 25.920.

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As pedras do círculo central seria 20 x 432 o que equivale a 8.640 anos A pedra central em que o círculo central se divididas ao meio no momento do equinócio, gerariam duas pedras de 20.1440, que é um sexto de 8640.

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Percebam que os números 144, 216, 432, 864. A oscilação de terras ou ação espiral nos dá a nossa contagem de tempo de 86.400 segundos em um dia e 43.200 segundo em 12 horas. 12 x 60 é igual a 720, e se 2 x 360 é igual a 720. Temos que é preciso 72 anos para a Terra para viajar de um grau em torno do ano 25.920 procissão do equinócio.Círculos de pedra têm demonstrado que estes números precisos também predizem a mudança dos polos e as suas posições anteriores, de acordo com o alinhamento equilibrado. Muitos círculos de pedra foram estabelecidos para advertir as gerações futuras de que a passagem de certos orbitais corpos astrais ao longo do tempo podem causar eventos cataclísmicos.

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Esses calendários precisos de tempo de manutenção astrológico foram alterados pela Igreja Romana.

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Hermann Helmholtz, um físico do século 19 e fisiologista alemão que escreveu “A Teoria das Sensações de Tom como uma fundação de Teoria Musical”, em 1863. Após a palestra, JC Deagan se inspirou para criar sinos e carrilhões em 440hz através de seu prestígio social obteve o financiamento e convenceu a Federação Americana de Música para mudar o pitch concerto para A=440Hz em 1910.

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Em 1914, ele forneceu as sociedades músicas e orquestras diapsões em A=440hz. Durante a Segunda Guerra Mundial, o seu apelo às armas 440hz sinos foram usados em tempo de guerra de propaganda bobinas de filmes.

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Em seu livro “Intervalos Tons Escalas e The Pitch Concerto C=128 Hz”, Maria Renold, apresenta provas conclusivas de que se o “A=440 Hz” for elevado para “C” Primeiro = 128hz (Concert A = 432hz) este desassocia a conexão de consciência para o corpo e cria condições antissociais da humanidade.

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Alguns audiófilos também relataram que música em A=432Hz parece ser não local e pode encher uma sala, enquanto A=440hz é encarada como direcional ou linear na propagação do som, podendo causar estresse ou deformação de instrumentos acústicos e pode danificar seriamente as cordas vocais, de acordo com o depoimento de alguns cantores de ópera profissionais.

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Se examinarmos a consciência coletiva do século 20 e o uso de “A=440 Hz” como controle de “pitch=tom” nos meios de comunicação através de rádio e televisão, bem como o “British Invasion” do Rock & Roll, vemos o potencial anti comportamentos sociais e perigosos, possíveis de usar tons altos e superior como referências centrais para a música.

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Tal informação foi conhecida mais de cem anos atrás, e Rudolf Steiner advertiu a humanidade que o uso de “brilho luciférica ”e”arhimanic” tons da música pode trazer um “condensado” de forças ganância, a oeste, em vez de” C “Primeiro = 128hz (Concert A = 432Hz) que ele mencionou foi “Christ “consciência da energia ascendente e anjo”Michael” energia do tom do sol na consciência coletiva na evolução do homem.

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Existe uma relação clara entre a conexão espiritual e a natureza a que todos os nascidos neste planeta têm por direito. Apesar da diferença entre o passo de concerto A=440hz e Concerto A=432Hz ser de apenas 8 ciclos por segundo, tal diferença é perceptível pela consciência humana e quando transformada em equilíbrio com a natureza nos traz paz e tranquilidade, expandido sucesso e boas energias.


quinta-feira, 9 de maio de 2013

DICAS ASTRAIS PARA 09/05/13 - Lua Nova, Eclipse Solar





Hoje acontecem coisas importantes no céu. A Lua nova de Touro marca o início de um novo ciclo lunar. Período fértil, quando novas sementes e intenções podem ser plantadas e tem mais chances de germinar. Novos projetos podem ser iniciados, outros rumos podem ser tomados.

Mas muitas revisões também estão em pauta. O eclipse solar acontece junto com Mercúrio, Marte e Nodo Sul. É tempo de pegar leve, viu? Muita coisa pode acontecer pelo mundo afora.  O alinhamento do Sol com os Nodos Lunares é chamado de LUA WOBBLE.  É o que ocorre agora com o Sol em 16’54 de Touro, em oposição ao Nodo Norte em Escorpião.

Na Lua Wobble o inesperado pode ocorrer. Pode haver forte nervosismo geral, muita inquietação no ar com altos e baixos súbitos. Os efeitos dessa Lua serão mais marcantes até o dia 13 de maio.

Mundialmente, a influência da Lua Wobble está associada á guerras, conflitos e catástrofes naturais. Brigas e confrontos, podem tomar proporções fora do comum. Mas atenção: por favor, não vamos vibrar no medo!!! Não reagir dramaticamente é sempre a melhor solução. E bom humor, alegria, gratidão e paz interior são as melhores proteções que podemos cultivar. Por outro lado, a Lua Wobble também amplia a criatividade e a inspiração espiritual, novas situações, contatos e oportunidades de mudanças podem surgir.

O regente do stellium em Touro é Mercúrio, que indica forte necessidade de análise, conhecimento, reflexão, diálogo interno e conexão com os planos mais elevados. Eis um bom período para refletirmos: o que é vital, essencial para nossa vida? O que queremos construir e manter? O que é preciso soltar, desapegar, jogar fora, transformar?

Com o Nodo Sul, o passado ganha destaque: Questões antigas ou pessoas que foram importantes para nossa vida podem ressurgir. Rever e revisar pra ver se vale a pena manter ou descartar, esse é o lema. Situações que antes pareciam banidas e resolvidas poem retornar. Com Marte na jogada, tudo indica que agora é pra decidir de vez. Apenas cuidado com agressividades, impulsos destrutivos, pressa, impaciência, ok?

O conteúdo psíquico do eclipse é poderoso.  O Sol é eclipsado em Touro e irradia sua sombra à Escorpião. Um período importante, pois pode revelar nossos apegos, ambições, luxúrias, crueldades, mágoas... as mazelas e feridas da alma. Justamente pra nos permitir limpar e eliminar o que é supérfluo, resgatar pendências, restabelecer a harmonia com desafetos, sanar frustrações, ressentimentos e decepções.



No eixo Touro-Escorpião, a natureza humana se revela e mostra suas necessidades. Paixões, desejos ocultos, riquezas e misérias, céus e infernos, paraísos celestiais e purgatórios abismais, recompensas e castigos. Que realidade queremos criar? É tempo de escolhas conscientes!


VÊNUS EM GÊMEOS
Mas tudo com calma, pra que seja bem digerido. Nossa capacidade de julgamento, nossa clareza, fica eclipsada também, junto com o Sol. É preciso ganhar tempo pra pensar, sentir tudo com o coração. Ainda mais porque Vênus, a deusa do amor, ingressa em Gêmeos e forma quadratura com Netuno. Vênus em desarmonia com Netuno se ilude, coitada.

Vênus em Gêmeos quer sair, circular, conversar, ir à festas, restaurantes e museus. No próximo mês a vida social fica movimentada, os amores tem muito assunto pra trocar, cresce o interesse por questões sociais, culturais e artísticas em geral.

Mas por alguns dias, a quadratura com Netuno joga certa neblina nessa história toda. Incertezas e descrenças sobre a vida afetiva entram em pauta. Pode haver embaraços sobre questões financeiras. Não temos aqui um bom período para investimentos arriscados. Valores devem ser revistos. Negócios ficam sujeitos a enganos.



MORAL DA HISTÓRIA

Com um céu tão intenso, o que fazer então? Sejamos práticos! Lembremos que o eclipse e a lunação acontecem em Touro. A tendência é de darmos mais valor porque já é conhecido, pro que possuímos, pro que já mostra resultados. De defender o próprio território, firmar e fincar raízes.

Fiquemos atentos aos temas que surgem em nossas vidas nos próximos dias. O céu nos pede revisões, o eclipse mexe com as emoções estagnadas, justamente pra trabalharmos a indolência e a acomodação nos prazeres ou situações fáceis. O excesso de controle e apego sempre gera resistência ás mudanças. A sombra de Touro é a teimosia, inflexibilidade... Se numa relação ou negociação, ambos os lados forem irredutíveis e firmes em suas opiniões divergentes, eis aí o motivo pra conflitos.

O famoso caminho do meio. Nem tanto inflexíveis, nem tanto volúveis. Nem tanto radicais, nem tanto acomodados. Nem tanto descrentes, nem tanto fanáticos. Nem tanto carentes, nem tanto fechados para o amor. Nem tanto impulsivos, mas nem tanto impassíveis.

Vou parar por aqui. Já temos muito o que pensar, não? Essa vida é mesmo um grande aprendizado.
Sejamos felizes!!


Fonte - http://www.marcelodalla.com
http://www.luminariasiluminare.com.br/
http://iluminareluminariascontemplativas.blogspot.com.br/


segunda-feira, 6 de maio de 2013

Mahabharata, Vimanas e os Extraterrestres



O Mahabharata é sem dúvida o texto sagrado de maior importância no hinduísmo e pode ser considerado um verdadeiro manual de psicologia-evolutiva de um ser humano. A obra discute o tri-varga ou as três metas da vida humana: kama ou desfrute sensorial, artha ou desenvolvimento econômico e dharma a religiosidade mundana que se resume em códigos de conduta moral e rituais, obrigatórios para quem deseja o desfrute e o poder econômico que adquire o desfrute.



A obra, assim com todos os demais textos sagrados hindus, possui um aspecto externo mitológico, como o de uma simples lenda mitológica sobre reis e príncipes, deuses e demônios, sábios e santos, guerra e paz. Mas o sentido exotérico, de certa forma oculto, na verdade versa sobre tri-varga, e sobre o objetivo mais importante da existência.



Este poema épico da Índia antiga é mais volumoso que a Bíblia e tem mais de 5000 anos. Nele estão descritas histórias intrigantes como a das Vimanas, máquinas voadoras, movidas a mercúrio e forte vento propulsor, teriam navegado a grandes alturas. As Vimanas podiam vencer distâncias infinitas, mover-se de baixo para cima, de cima para baixo e de trás para diante. Veículos espaciais com uma dirigibilidade de causar inveja! Nossa citação baseia-se na tradução de N. Dutt, Inglaterra, 1891:


"... Por ordem de Rama, o carro maravilhoso subiu com

enorme estrondo para uma montanha de nuvens..."

"... Bhima voou com sua Vimana num raio imenso, que

tinha o clarão do sol e cujo ruído era como o trovejar

de um temporal..." ( C.Roy,1889 ).



Descrições contidas nos Vedas e na literatura indiana recente falam de vimānas de várias formas e tamanhos:

- Nos Vedas: o sol e várias outras divindades são levadas em suas peregrinações por carruagens voadoras, com rodas, puxadas por animais, geralmente cavalos (já a carruagem do deus védico Picham é puxada por bodes)

- O "agnihotra-vimāna", com dois motores (?). (Agni significa fogo em sânscrito).

- O "gaja-vimāna", com mais motores (?) (Gaja significa elefante em sânscrito).

- Outros tipos, com denominações baseadas em animais, como o martim-pescador, o Íbis, e outros animais.



O Império Rama existiu há pelo menos 15.000 anos no norte da Índia. Aparentemente, existiu paralelo à civilização atlante, que pelos cálculos de Platão deve ter sido destruída há 12.000 anos atrás (submersa nas águas do Diluvio). Possuía cidades sofisticadas, muitas ainda a serem encontradas no deserto do Paquistão, norte e nordeste da Índia. Algumas cidades com 5.000 anos já foram encontradas por arqueólogos, e são literalmente inexplicáveis. 

Numa época em que as pessoas deveriam estar vivendo em tendas,essas cidades já possuíam sistema de irrigação, esgoto, largas avenidas e iluminação pública. E o mais fascinante: quanto mais os arqueólogos escavam, mais encontram vestígios de outras cidades, ainda mais antigas, e ainda mais modernas! Infelizmente os pesquisadores se defrontaram com um lençol de água e não podem cavar mais. As sete grandes capitais do Império Rama são conhecidas nos textos Védicos como As sete cidades Rishi.



De acordo com os textos antigos, esse povo utilizava-se de máquinas voadoras que eram chamadas de Vimanas. Eles voavam na "velocidade do vento" e produziam um "som melodioso". Decolavam verticalmente e podiam pairar no ar, como um helicóptero. Havia pelo menos quatro tipos diferentes de Vimanas: Um dos tipos é descrito exactamente como imaginamos, um disco voador "clássico": circular, com portinholas e um domo.Outros em forma de pires, e outros como um longo cilindro (em forma de charuto). 

Todos batem exactamente com as descrições feitas hoje no mundo por pessoas que com toda a certeza desconhecem os Vedas. Os textos antigos sobre os Vimanas são muitos, e envolvem desde a construção de um Vimana até manuais de vôo dos vários tipos de naves,alguns dos quais foram traduzidos para o inglês. É curioso até aquilo que se observa numa placa com milhares de anos que faz parte duma coluna do Templo de Abydos (no Egipto).

No Mahabharata acham-se indicações tão precisas que fica-se com a impressão de que o autor tinha pleno conhecimento do que escrevia. Relata, cheio de horror, uma arma que podia matar todos os guerreiros que usassem metal no corpo: - quando os guerreiros eram informados a tempo da presença dessa arma, arrancavam de si todas as peças de metal que levavam, mergulhavam num rio e lavavam cuidadosamente seus corpos e tudo aquilo com que tivessem contato. Não sem motivo, como explica o autor, porque a arma causava o efeito de fazer cair os cabelos e as unhas das mãos e dos pés. Tudo que era vivo, lamenta ele, tornava-se pálido e fraco.

No 8º livro está, talvez, o primeiro relato sobre o lançamento de uma bomba de hidrogênio: "...Gurkha, a bordo de uma possante Vimana, arremessou um único projétil sobre a cidade tríplice..." O relato usa vocábulos, como temos na memória de histórias de testemunhas oculares da explosão da primeira bomba H no atol de Bikini: - fumaça branca incandescente, dez mil vezes mais clara que o Sol, teria elevado-se com brilho imenso e reduzido a cidade a cinzas.".

A que realidades apontam essas descrições? Poderiam ter existido realmente esses dispositivos? O pesquisador da antiguidade indiana Robert Gudman tentou responder a essas perguntas em artigo publicado na revista da Associação Internacional de Arqueologia. Apresentamos aos nossos leitores um resumo deste artigo. “No ano passado, um número de investigadores de antiguidades da Índia foram seriamente empenhados na busca, coleta e decodificação dos manuscritos muito antigos que informavam sobre os Vimanas. Um desses pesquisadores, o escritor e especialista em sânscrito Subramanyam Leu decifrou registros escritos sobre as folhas de palmeira, feitos há 800 anos e encontrado no distrito de Karnataka, no sul da Índia. Durante o período de 1975 para 1978 Leu descobriu textos antigos com a descrição das técnicas de fabricação dos Vimanas.

Com a esperança de usar esses dados na aviação moderna e nas técnicas espaciais, Ler os enviou ao diretor do Departamento Governamental Indiano, Prabhu, com a oferta de unir esforços na reprodução de algumas das características técnicas dos Vimanas. O diretor do Departamento informou ao cientista, que se tomou as medidas correspondentes para o problema mencionado e até obteve alguns sucessos.

Prabhu também estudou os textos das folhas de palmeira e obteve as descrições das estruturas das ligas, algumas das quais, como se construía fuselagens dos Vimanas. .Além disso, ele conseguiu em 1991 reproduzir essas ligas e realizou seus testes. Os resultados têm sido deslumbrantes. As propriedades únicas das ligas, a maneira de fazê-las adequadas para utilização em aeronaves modernas, astronáutica e na ciência militar vieram à luz.

Em setembro de 1992 o jornal “Índia Expresse” publicou artigo confirmando que os textos encontrados no distrito de Karnataka não são mais do que a gestão na criação de superligas acima mencionadas, e como se reproduzem as mesmas sob descrições de cinco ligas que trabalham em cima das outras. O artigo em “Índia Express” informa também que, “em recente congresso na Índia, Prabhu apresentou um relatório sobre as pesquisas”.


Revelou que decifrou as estruturas de 14 matérias a mais, incluindo “Bhandira
Loha” (uma liga de insonorização) e “Vidyut darpana” (vidro, luz neutralizada.)
Ainda segundo Prabhu, os textos decifrados especificam quais as áreas na Terra possuem depósitos dos minerais que são utilizados e explicar os seus métodos de extração e refinamento.

À luz do que foi afirmado pelo pesquisador Prabhu encontrou-se evidências reais na descrição do campo de batalha “Mahabharata” entre Arjuna (o herói da poesia épica) e os demônios invasores:

“Arjuna subiu no céu para pegar e aprender a utilzar a arma divina dos habitantes celestiais. Lá, o Senhor dos céus, Indra ordenou ao Arjuna a destruir o exército dos invasores, que eram em número de 30 milhões desses seres”

“Indra transferiu para Arjuna a máquina voadora pilotada pelo assistente do Senhor dos Céus , Malati. O dispositivo não só podia voar pelo ar, mas também superar os espaços debaixo d’água. Na batalha aérea os invasores (demônios) provocaram um dilúvio, mas a Arjuna, por meio da arma divina,secou toda a água “.

Mohenjo Daro, a cidade destruída por mil sóis



Outro texto intrigante, também hindu, é o Vymaanika Shaastra, escrito em sânscrito e que relata como eram construídos os famososVimanas, naves que os antigos possuíam e que carregavam poderosas armas de destruição em massa, como veremos logo abaixo). Esse tratado possui tantas informações sobre aeronáutica e armas bélicas de grande poder que nenhum especialista se atreve a dar um parecer sobre seu conteúdo e negá-lo.

Vamos recorrer, novamente, ao épico Mahabhárata (Grande Índia, em sânscrito, coleção de 18 livros, cujo 9º livro é o Bhagavad Gita), que relata a destruição da cidade de Mohenjo Daro, pois certas passagens soam bastante sugestivas, porque parecem fazer menção a artefatos bélicos:

“O valoroso Aswatthaman, resoluto,
tocou a água e invocou o braço de Agneya (o fogo).
Apontando para seus inimigos,
disparou uma coluna explosiva
que se abriu em todas as direções
e causou fogo como luz sem fumaça,
seguido de uma chuva de faíscas
que cercaram o exército dos Partha completamente…
Os quatro pontos cardeais cobriram-se de cinzas,
e um vento mal e violento começou a soprar.
O sol parecia girar ao contrário,
o universo parecia estar febril,
os elefantes, aterrorizados, correram por suas vidas…”

A água ferveu e os animais aquáticos demonstraram intenso sofrimento… Continuando, lemos sobre outra poderosa arma, batizada de Narayana, que infectava tudo, inclusive as roupas dos que foram afetados nas guerras: “Os guerreiros retiraram suas armaduras e as lavaram na água”. Outras poderosas armas são citadas nesse livro épico do hinduísmo. Temos a Kamaruchi, ou flecha inteligente, que perseguia onde quer que se fosse – esta nos lembra os modernos mísseis teleguiados.

Temos ainda a Murchdhana, uma arma que anulava os sentidos humanos – um possível gás sonífero, igual à Nadana, que produzia alegria como o gás hilariante. Outra arma mencionada é a “flecha” Shabdavetiva, que desta vez seguia os sons e perseguia objetos ocultos, como os mísseis atuais que seguem ondas sonoras produzidas por aviões inimigos. Há outro relato neste livro sagrado do hinduísmo:
“Quando o deus Rama foi ameaçado por um exército de macacos, ele colocou sua flecha mágica em ação. Esta produziu um trovão luminoso, mais forte que o calor de mil sóis, transformando tudo em cinzas. Os cabelos dos sobreviventes caíram, suas unhas se desintegraram…”


O espantoso nisso tudo é que arqueólogos desenterraram, há cerca de 40 anos, a maior parte de Mohenjo Daro e corroboraram a passagem do Mahabhárata que acabamos de citar: eles desenterraram cadáveres que mostravam sinais de morte súbita, rápida e violenta – ou seja, sem indícios de luta ou resistência. Foram encontradas dezenas de esqueletos em afazeres cotidianos, pouco antes de serem dizimados por uma catástrofe que os destruiu em segundos. Essa força inexplicável – para nós, um artefato nuclear – calcinou os ossos dos que estavam na cidade.


Detalhe: não há vulcões na área, o que torna a história dessa cidade paquistanesa muito diferente de outras, como Santorini, que foi destruída pela lava de um vulcão. Outra prova de que Mohenjo Daro sofreu uma destruição nuclear é que no epicentro da explosão acharam-se detritos negros e restos de areia, rocha e argila derretidas e vitrificadas.



Dentre as ossadas, as mais espantosas são as de uma família composta de pai, mãe e um menino que caminhavam juntos, de mãos dadas e caminhando por uma rua. Estes permaneceram insepultos, tombados no chão, esmagados por uma força inexplicável, enquanto caminhavam calmamente, que os esmagou, queimou e calcinou instantaneamente… Analisadas as amostras dessa “família”, constatou-se que elas foram expostas a uma temperatura de mais de 1,5 mil graus.


O momento da explosão é descrito da seguinte maneira, no Mahabhárata: “A fumaça branca e quente mil vezes mais brilhante que o sol ergueu-se em infinito brilho e reduziu a cidade a cinzas. A água ferveu, cavalos e carruagens pegaram fogo aos milhares e os cadáveres que caíram estavam mutilados pelo horrendo calor até não mais serem reconhecíveis”.




Tais evidências são mais do que suficientes para comprovarmos que nosso planeta já foi visitado anteriormente por civilizações extraterrestres. São provas tão irrefutáveis que é difícil até mesmo interpreta-las de outra forma, a não ser pelo prisma de que tecnologias avançadíssimas existiam no mundo antigo, tal como seres que distoavam totalmente da biologia terrestre.



A própria imagem das divindades hindus causa muita estranheza (azuis e com vários braços adicionais), evidenciando algo que, particularmente, interpreto como sendo uma forma de vida alienígena pensante e que interage diretamente com a antiga civilização hindu. O motivo para terem se evadido daqui é um mistério, porém acredito ser esse mais um dos intrigantes casos onde os fatos mostram-se fortemente por intermédio da ciência moderna e da assimilação dos antigos textos mostrados. Se houver alguma outra interpretação á cerca, abro-me as demais hipóteses. No entanto, pesarosamente acredito que dificilmente existirão.



Fonte:  Contribuição de Gustavo Valentim

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