terça-feira, 17 de setembro de 2013

Alimentação Viva: por que não cozinhar os vegetais?


Alimentos vivos são vegetais que possuem biocampos com a energia armazenada durante a fotossíntese.

Quando nos alimentamos de vegetais, sintetizamos sua luz para absorvê-la e armazená-la em nossos próprios campos de energia (TAGGART, 2008, p.73). 

Considera-se que estes alimentos devem ser consumidos ainda crus, pois tanto o fogo como o resfriamento destroem este campo de energia e eliminam sua vitalidade.

Quando as nossas células vivas recebem as informações contidas nas células vivas dos vegetais crus, das sementes germinadas e dos brotos, ocorre uma comunicação dentro do nosso corpo.

Os cientistas modernos chamam de transmutação biológica de baixa energia a capacidade que um organismo desenvolve de identificar e transformar determinada substância bioquímica contida em um vegetal em uma substância específica da qual o corpo necessita naquele momento.

Isso significa dizer que, quando você ingere um vegetal com campo de energia organizado e, portanto, sem cozimento, é bem possível que seu corpo transforme os elementos químicos nele contidos, adaptando-os à sua própria realidade... Exemplo: se uma pessoa estiver anêmica, a ingestão de qualquer vegetal cru fará o seu corpo produzir ferro. Este é um processo que se desenvolve por completo em pessoas que se alimentam freqüentemente de alimentos com vitalidade. E, claro, esta informação é pouco divulgada e quase sigilosa, pois detona as indústrias fast food, farmacêuticas e, ainda por cima, desestrutura as tabelas nutricionais.

O fato é que somente os seres humanos e os animais domésticos consomem alimentos cozidos. Na verdade, consumi-los é uma verdadeira agressão ao nosso corpo que os recebe com uma ação de defesa do organismo denominada pela ciência como leucocitose digestiva. Como todos sabem, os leucócitos são mecanismos de proteção que o nosso corpo produz com a finalidade de exterminar parasitas que provocam infecções, doenças. Isso demonstra que a ingestão de alimentos destituídos de campo de energia representa em nós a entrada de um organismo estranho, um agente de ameaça ao funcionamento do sistema corporal. Tanto é assim que a assimilação desse tipo de alimento, ao invés de alimentar nosso campo vital, esgota sua energia através de uma sobrecarga no processo de digestão.
Não bastassem estas informações sobre a leucocitose digestiva, recentemente, pesquisadores descobriram que o consumo de amidos cozidos produz em nós uma substância neurotóxica chamada Acrilamida, cujas efeitos são altamente cancerígenos. O princípio básico para formação da acrilamida consiste em submeter carboidratos (cereais, batatas) às altas temperaturas, por volta de 120º. Os resultados dessa pesquisa são pouco divulgados. No Brasil, há somente uma pesquisa desenvolvida em 2004 pela pesquisadora, Valéria Cristina de Carvalho Neri, da Fundação Oswaldo Cruz.


Neste contexto, priorizamos o consumo de sementes germinadas e brotos, vegetais no início do crescimento e, portanto, no ápice da sua vitalidade. Utilizamos também vegetais crus, in natura, fermentados ou desidratados a baixas temperaturas. 

Fonte - http://panelasdecapim.blogspot.com.br/



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