quarta-feira, 23 de outubro de 2013

A Ilusão dos nossos 4 sentidos




O universo que conhecemoso universo realcomo gostamos dedizeré aquele que é percebido pelos nossos sentidosVocêcertamente concorda com as limitações dos nossos sentidosAscorespor exemplosão distinguidas por nós pelo cumprimento deonda de cada umamas a nossa visão é limitadaou sejaela percebe ondas de um comprimento mínimo e máximopois as outrasnão são percebidasÉ por esse motivo que a ultravioleta e oinfravermelho são reconhecidos como existentes por seus efeitosquímicos e térmicosmas não podem ser vistosComoentretanto,eles são identificados por outros sentidosnós não temos dúvidasquanto à sua existência.

Uma vez que os nossos sentidos são tão limitadosserá racionalque  aceitemos como real o que é percebido por elesOu vocêcontinua tendo dúvidas quanto às limitações dos nossos sentidos?Vamos recordar mais algumas delasQuando você escuta músicaestereofônica num ambiente apropriadoa música é percebidacomo se estivesse sendo emitida por um ponto centralque seria oda orquestra geradora delaUm espetáculo de raios laser gera umaimagem percebida como estando no ponto de interseção dos raios,ou sejauma imagem virtualQuem diria que a ampliação de umholograma possa reproduzir o todo e não seja um simples aumentode dimensão de uma partecomo ocorre com as figurasconvencionaisTodos nós conhecemos dezenas de exercícios quecomprovam a ilusão de ótica.

Como confiar tanto nos nossos sentidos se eles são tãodeficientes?
Claro que eles são ótimosMas aceitá-los como ótimos não justificaque os idealizemos ao ponto de não podermos considerar suaslimitações.
  
Mas não são somente os sentidos que são limitadosNossoprocessador de informaçõesou sejanosso cérebro é umequipamento limitadoSomos tão deslumbrados com a maravilhaque é nosso sistema de percepção da realidade e com nossacapacidade para processar informações e fazer extrapolaçõesqueesquecemos as limitaçõesÉ natural que isso seja assimpoiscomparamos nosso cérebro com os computadores que construímose seus periféricos e ficamos maravilhados com o que faz anaturezaFicar deslumbrado não nos impede de ter o sentidocrítico das limitaçõesClaroem comparação com o queconstruímosnosso cérebro é sensacionalMas nem por isso deixade ser limitado.

A limitação do nosso sistema sensorial e de processamento do queé captado por ele faz com que trabalhemos com uma velocidadelimiteque é a velocidade da luzVeja bemnão é que não existauma velocidade superior à da luze  vimos isso com relação àvelocidade da nossa imaginaçãoo que se passa é que o nossocérebro  processa até esse limite.

Os computadores que construímos e que imitam o cérebro tambémtêm suas limitaçõesainda que nos últimos anos estejamosatingindo velocidades impensáveis cinco anos atrásou no anopassadoseja que ano consideremosNa verdadea luz é avelocidade limite para processarmos as informações fornecidaspelos nossos periféricosou sejanossos sentidos.

O próprio cérebro desconsidera esse limite quando processainformações que não envolvam matériacomo é o caso da nossaimaginaçãoda inteligência emesmoda invocação da memória.Parece que em realidade o limite de processamento  se aplicaaos periféricose não à unidade de processamento propriamenteditaEstaaparentementenão tem limitações.
 



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