sábado, 12 de abril de 2014

Eclipse lunar do dia 15/4/14 será a primeira de quatro "luas de sangue"






Na madrugada da próxima terça-feira o continente americano poderá observar um eclipse lunar, o primeiro de uma tétrade de "luas de sangue" que ocorrerá aproximadamente a cada seis meses e que se repetirá apenas sete vezes neste século, informou nesta quarta-feira a Nasa.

Os eclipses totais da Lua, quando o satélite cruza o cone de sombra da Terra, são pouco frequentes e o último ocorreu em 10 de dezembro de 2011.

Um evento dos mais esperados para os astrônomos de todo os cantos este ano é o eclipse total da Lua. Previsto para 15 de abril, o eclipse será de longa duração de vai iniciar com a entrada de Lua na penumbra feita pela Terra ao passar na frente do Sol impedindo a luz chegue ao nosso satélite natural até que ele desapareça completamente do céu em meio a escuridão.
No dia 14 de Abril a Lua nasce (no horário de Brasília) 18h25min e se põe 6h26min do dia seguinte,  O eclipse vai começar às 1h59 min da madrugada do dia 15/04, por volta das 4h46min, entra na fase escura quando a Lua desaparece totalmente na sombra da Terra, mais ou menos uma hora depois a Lua começa a reaparecer no Céu. 

A última vez que aconteceu uma série de quatro eclipses lunares totais ocorreu entre 2003 e 2004.

O fenômeno esteve rodeado ao longo da história de muitas superstições e referências a profecias sobre desastres naturais de grande magnitude.

A agência aeroespacial americana explicou que o eclipse começará no dia 15 de abril às 8h (horário GMT, 5h de Brasília) quando a beira da Lua ingressar no centro da sombra da Terra, que é de cor âmbar.

É durante esse período que a Lua é vista da Terra com uma cor avermelhada causada pela luz do Sol e matizada por sua passagem através da atmosfera terrestre, algo similar à coloração que adquire a luz solar nos crepúsculos.

A totalidade do eclipse vai acontecer durante um período de 78 minutos que começará aproximadamente uma hora mais tarde e, se as condições meteorológicas permitirem, o fenômeno poderá ser observado em quase todo o continente americano.

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